CDAP

COMISSÃO DE DEFESA, ASSISTÊNCIA E PRERROGATIVAS DOS ADVOGADOS

NOTÍCIAS

14.08.14   

Mês do Advogado: Operadores do Direito discutem prerrogativas, urbanidade e acesso aos presídios

Foto: Rodney Silva e Liziane Lima - OAB/RS

CDAP

Foto: Rodney Silva e Liziane Lima - OAB/RS

CDAP

Foto: Rodney Silva e Liziane Lima - OAB/RS

CDAP

Foto: Rodney Silva e Liziane Lima - OAB/RS

CDAP

Foto: Rodney Silva e Liziane Lima - OAB/RS

CDAP

Foto: Rodney Silva e Liziane Lima - OAB/RS

CDAP

Foto: Rodney Silva e Liziane Lima - OAB/RS

CDAP

Foto: Rodney Silva e Liziane Lima - OAB/RS

CDAP

Foto: Rodney Silva e Liziane Lima - OAB/RS

CDAP

Foto: Rodney Silva e Liziane Lima - OAB/RS

CDAP

Foto: Rodney Silva e Liziane Lima - OAB/RS

CDAP

Foto: Rodney Silva e Liziane Lima - OAB/RS

CDAP

Foto: Rodney Silva e Liziane Lima - OAB/RS

CDAP

Foto: Rodney Silva e Liziane Lima - OAB/RS

CDAP

Foto: Rodney Silva e Liziane Lima - OAB/RS

CDAP

Foto: Rodney Silva e Liziane Lima - OAB/RS

CDAP

Foto: Rodney Silva e Liziane Lima - OAB/RS

CDAP

Foto: Rodney Silva e Liziane Lima - OAB/RS

CDAP

Foto: Rodney Silva e Liziane Lima - OAB/RS

CDAP

Foto: Rodney Silva e Liziane Lima - OAB/RS

CDAP

Foto: Rodney Silva e Liziane Lima - OAB/RS

CDAP

Foto: Rodney Silva e Liziane Lima - OAB/RS

CDAP

Painel promovido pela Comissão de Defesa, Assistência e das Prerrogativas (CDAP) foi realizado na noite desta quinta-feira (14).

Na noite desta quinta-feira (14), foi realizado, na sede da Ordem gaúcha, o Seminário da Comissão de Defesa, Assistência e das Prerrogativas dos Advogados (CDAP). O evento, que faz parte da programação do Mês do Advogado, debateu o acesso ao cliente nos presídios e o dever de urbanidade em audiência.

Ao fazer a abertura do evento, o secretário-geral da OAB/RS, Ricardo Breier, enfatizou a importância do encontro, reafirmando a harmonia e o diálogo entre as instituições da cena jurídica. “O trabalho da advocacia é defender a cidadania, e por isso, uma das nossas metas é ficarmos firmes nas questões de prerrogativas”, ressaltou.

O presidente da CDAP, conselheiro seccional Eduardo Zaffari, considerou que “o espaço é fundamental para a troca de ideias, e importante para reafirmarmos que todos nós temos prerrogativas, advogados, magistrados, integrantes do MP, e agentes da segurança pública”.

O conselheiro seccional e membro da CDAP do CFOAB, Domingos Baldini Martin – mediador do painel “O acesso ao cliente nos presídios” – registrou que o intercâmbio de ideias é fundamental para potencializar e disseminar iniciativas de sucesso. “A nossa CDAP é exemplo de atuação na defesa intransigente das prerrogativas profissionais”.

O membro da CDAP José Fabrício Furlan Fay - mediador do painel “O dever de urbanidade na audiência” – destacou a importância do diálogo saudável entre os atores da cena jurídica.

Paineis

Introduzindo o debate sobre o acesso dos advogados nas penitenciárias, o palestrante Lucio Santoro de Constantino, afirmou que, infelizmente, ainda não há um modelo eficaz de comunicação entre o advogado e seu cliente nos presídios do Brasil. Constantino defendeu ainda que “o direito do advogado de se comunicar com o cliente não é uma fidalguia e sim uma necessidade”.

Na mesma pauta, a presidente da Fundação Patronato Lima Drummond, conselheira penitenciária Maria Lúcia Médici, afirmou que, “infelizmente, as prerrogativas dos advogados não são totalmente reconhecidas nos presídios. No RS, há 104 estabelecimentos prisionais, com cerca de 30 mil presos, e não há referência de onde o advogado é bem reconhecido e recebido”, declarou.

Abordando a temática sobre o dever da urbanidade na audiência, a juíza do Trabalho, Carolina Gralha Beck, salientou que a urbanidade é o contraponto do excesso, o equilíbrio entre a força e o direito. “No Estado, temos 141 unidades judiciárias e 236 juízes, ou seja, muitas audiências são realizadas diariamente, e a proporcionalidade de audiências com problemas de urbanidade é ínfima. Embora tenhamos interesses distintos, trabalhamos com apenas uma finalidade, que é a resolução dos conflitos, por isso, a urbanidade é um dever de todos”, registrou.

Na mesma linha, o advogado Luiz Antonio de Azevedo destacou que “a urbanidade em audiência é um dever geral. O advogado deve pautar-se de urbanidade e exigir igual tratamento de todos, pois este é um dever ético indispensável”.

Estavam presentes ainda a corregedora da OAB/RS, conselheira seccional Maria Helena Camargo Dornelles; o coordenador das Salas dos Foros, conselheiro seccional Paulo Dariva; a conselheira seccional Maria Ercylia Gralha; e o diretor do Foro da Justiça do Trabalho, Mauricio Schimitt Bastos.

Liziane Lima
Jornalista – MTB 14.717

REDES SOCIAIS E FEED
RSS
YouTube
Flickr
Istagram
Facebook
Twitter
RECEBA INFORMAÇÕES
e-mail
Whatsapp
JORNAL DA ORDEM
Jornal da Ordem
RÁDIO OAB/RS
Rádio OABRS
Ordem dos Advogados do Brasil - Seccional Rio Grande do Sul - CDAP
Rua Washington Luiz, 1110 - Centro - CEP 90010-460 - Porto Alegre - RS
© Copyright 2019 OAB/RS - CDAP    |    Desenvolvido por Desize