CEDFS

COMISSÃO ESPECIAL DE DIREITO DE FAMÍLIA E SUCESSÕES

NOTÍCIAS

22.06.20   

A utilização do método da Constelação Familiar no judiciário será debatida pela CEDFS

Arte: Rafael Martins - OAB/RS

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No dia 02 de julho, a partir das 19h, a Comissão Especial de Direito de Família e Sucessões, através do seu Grupo de Trabalho Direito Colaborativo e Direito Sistêmico, promoverá o debate: “O método das Constelações Familiares no âmbito do Poder Judiciário”. O evento online tem o objetivo de apresentar e divulgar entre a advocacia a utilização desse método na solução de conflitos, especialmente no Direito de Família.

O presidente da CEDFS, Conrado Paulino da Rosa, destacou a crescente propagação da técnica: “A utilização da metodologia tem ganhado força no Judiciário e, diante disso, a CEDFS entendeu que é necessário proporcionar o debate dessa prática com a advocacia gaúcha. Atentos às características dos conflitos familiares e sucessórios em que, muitas vezes, motiva disputas de longa tramitação processual, entendemos que a visão sistêmica pode contribuir e muito para um agir qualitativo nessas questões”, apontou.

A coordenadora do GT Direito Colaborativo e Direito Sistêmico, Joice Raddatz, ressaltou a importância da advocacia conhecer o assunto e debater os métodos alternativos de solução de conflitos: “O método da constelação familiar vem sendo uma nova técnica de solução/prevenção de conflitos que ganhou espaço no âmbito do Poder Judiciário, buscando atender aos fins propugnados pela Política Judiciária de Solução Adequada dos Conflitos, em paralelo a outros meios consensuais e autocompositivos já existentes. O alcance de resultados positivos na solução dos conflitos vem fazendo com que a técnica ganhe espaço e divulgação”, explicou Joice.

Constelação Familiar no Judiciário

A Constelação Familiar é um método psicoterapêutico desenvolvido pelo psicanalista alemão Bert Hellinger na década de 1970. No judiciário brasileiro, passou a ser utilizada na resolução de conflitos pelo juiz de direito, Sami Storch, no interior da Bahia. Segundo adeptos da constelação familiar, a técnica aprofunda a origem e as características dos relacionamentos familiares, para melhor compreendê-los, e revela dinâmicas presentes nos conflitos humanos de forma mais rápida e pontual, auxiliando a construção de uma concepção mais humanista do poder judiciário.

Conforme explicou Joice, no Rio Grande do Sul, a aplicação do método se dá através do Projeto Justiça Sistêmica: A Resolução de Conflitos à Luz das Constelações Familiares, iniciado na Comarca de Capão da Canoa em 2015 e, após, implementado na Comarca de Parobé, em 2016, criado, na época, pela juíza de direito, Lizandra dos Passos.

Desde 2017, o projeto também possui parceria com o Núcleo da Paz – CEJUSC/POA e com as Varas de Família da Comarca de Porto Alegre, onde é desenvolvido através de encontros presididos pela juíza da 1ª Vara de Família da Capital, Maria Inês Claraz de Souza Linck, em conjunto com a psicóloga e consteladora Cristiane Pan Nys. As duas serão as palestrantes do evento da CEDFS.

Para se inscrever, clique aqui.

Programação:

19h – Abertura

Conrado Paulino da Rosa – presidente da Comissão Especial de Direito de Família e Sucessões da OAB/RS

Palestras:

Maria Inês Claraz de Souza Linck – juíza de Direito Titular da Primeira Vara de Família do Foro Central da Comarca de Porto Alegre/RS. Membro da Diretoria Executiva do IBDFAM/RS.

Cristiane Pan Nys – psicóloga, especialista em Psicologia Clínica e Terapia Familiar Sistêmica. Coautora e Consteladora do Projeto Justiça Sistêmica, pioneiro na aplicação das constelações familiares no Rio Grande do Sul.

21h30 – Encerramento

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